- Olá.
- Faz tempo que não a vejo. Por onde andas?
- Ando por uma estrada muito perigosa, senhor. O senhor já deve ter ouvido falar sobre, pois já deve ter passado por isto.
- Que estrada? Nunca passei por nenhuma estrada perigosa. À que se refere?
- Não?! Poxa, senhor! Eu iria agora perguntar ao senhor como faço para sair dela, como ser forte para enfrentá-la. Mas o senhor ainda não passou por ela... Será que o senhor nunca vai passar por ela? Não pode ser. Dizem que todos passam, pelo menos uma vez na vida.
- Q-Querida, eu não sei do que você está falando. Me desculpe.
- Não se desculpe, senhor. Eu estou nela faz pouco tempo, mas prevejo que logo sairei de lá. Comecei a andar pelo caminho certo, e nele estava escrito algo, não me lembro o quê, mas tinha a ver com paz.
É muito bonito esse lugar. O senhor irá gostar quando chegar lá. Só que... eu me perdi no caminho, e da estrada entrei numa floresta sombria. Porém, como disse, sinto que estou encontrando a saída.
É muito bonito esse lugar. O senhor irá gostar quando chegar lá. Só que... eu me perdi no caminho, e da estrada entrei numa floresta sombria. Porém, como disse, sinto que estou encontrando a saída.
Bom, senhor, já deu minha hora! Preciso me apressar para a aula, meu trem já está chegando. Quando precisar de dicas para atravessar alguma parte perigosa da estrada, pergunte-me! E tome cuidado para não ir para a floresta! Até mais!
- Tchau, querida!
Oh céus. Não entendi nada. Estou confuso.
- Garotinha! Volte aqui!
[...]